Paulo Roberto, Engenheiro Eletrônico
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Paulo Roberto

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Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Maranhão, atuou em planejamento e otimização de redes GSM do Serviço Móvel Pessoal e hoje é servidor público federal na área de telecomunicações. Atualmente é acadêmico de direito na Universidade Federal do Maranhão.

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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · ano passado
Nobres colegas, se não fosse trágico, seria hilário o teor do texto, vejo que o autor do texto é um militante da descriminalização do furto, só me faltava este parangolé . Estamos trilhando um caminho totalmente temerário nesta direção, afinal de contas, qual é o objetivo deste texto, inserir o entendimento que o furto é um crime insignificante que não causa prejuízos e aborrecimentos a vítima e que não vai trazer para vítima dor e revolta. A nossa sociedade não aceita este tipo de visão apresentada no texto. Acredito que o autor do texto, não acompanha os noticiários acerca dos linchamentos públicos de certos punguistas e larápios de plantão. Ladrão é Ladrão, quem furta um agulha, furta um caminhão, não há diferença. O sinônimo de ladrão é patife, malandro, pulha, canalha, safardana, ordinário e infame. E não merece cadeia? É brincadeira de mau gosto um pensamento deste. Do jeito que está, só falta a doutrina brasileira adotar a teoria de Ali Babá e os quarenta ladrões e/ou a teoria do Robin Hood para perdoar ladrões da sanção penal. Furto no Brasil ainda é uma conduta típica, antijurídica e culpável, portanto, cadeia no vagabundo, salvo as exceções previstas em lei. Temos bandidos demais soltos, principalmente no âmbito político, não precisamos de mais esta mazela em nosso cotidiano. Estão querendo transformar o Brasil em quê? Cabaré de cego ou paraíso do crime. Espero que o autor do texto, não se torne legislador, imagine o que vai acontecer. Pobreza, miséria e fome, não se traduz em salvo conduto para o cometimento de crimes, principalmente hoje, onde há meios legais de se saciar a fome e adquirir recursos de forma licita. A sugestão do texto é desmedida da realidade para não dizer, insana.

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