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Paulo Roberto
Paulo Roberto
Comentário · há 2 anos
Prezado amigo Valdemir, concordo plenamente com sua ótima visão critica quanto à precariedade da sinalização existente nos mais diversos cenários rodoviários! Triste de se ver!

Os administradores públicos não sabem o que é fazer algo com "esmero", grande parte do povo acostumou-se e acha "normal" o pouquíssimo retorno dos impostos, taxas, tributos que se paga e que se converte em obras com baixa qualidade, pouca ou nenhuma visão de futuro, falta de manutenção na pobre e pouca sinalização deficiente existente.

Viajo muito pelo Brasil, e sempre estou atento à infraestrutura dos locais por onde ando (naturalmente por ser engenheiro), viajo principalmente pelo interior do meu estado (Maranhão) e é triste ver trechos perigosos e que ficam sem a devida sinalização por anos até que apareçam buracos que daí demandarão obras para então "aproveitar" para sinalizar o mínimo.

Quanto ao limite de velocidade, na verdade sou brasileiro mas penso como os alemães nesse quesito: precisamos não de limites de velocidade, mas de estradas bem feitas, bem sinalizadas, seguras de se trafegar, e ao mesmo tempo leis duras para e fiscalização eficiente. Nossos carros 1.0 atingem 150 km/h fácil fácil, mas nossa pobre infraestrutura não permite passeios agradáveis, esportivos ou não, ao longo deste imenso país.

Ah, e não vamos esquecer que os principais administradores públicos que adotam posturas que implicam em mera arrecadação são colocados lá por nossos irmãos brasileiros.

Um abraço, e boas festas!

Paulo
Paulo Roberto
Paulo Roberto
Comentário · há 2 anos
Bom dia! Muito bom o tema, creio que até raro por aqui.

Apenas um comentário, há que se considerar ainda que para o condutor há um erro intencional no instrumento do carro para mais. No item 5.3 da norma européia que trata deste erro (http://www.unece.org/fileadmin/DAM/trans/main/wp29/wp29regs/r039r1e.pdf) , observa-se que há a determinação de que nenhum instrumento deva indicar velocidade aquém da real (considerando os parâmetros originais do carro tais como medidas e pressão dos pneus e medidas das rodas). Mais importante, verifica-se que o além do erro mínimo ser de 0 km/h, há também um teto que é determinado pela velocidade real divida por 10, adicionada de 4 km/h. Ou seja, um veículo a 100 km/h real, em seu velocímetro admite-se haver a indicação entre 100 km/h e 114 km/h.

Já a norma ABNT NBR 7817/83 (cancelada em 2012 e sem substituta) estabelecia um erro máximo de até + 4,8 km/h para velocidades reais até 100 km/h e um teto linear crescente para velocidades superiores à 100 km/h (aproximadamente, admitia-se erro máximo de +8 km/h para velocidade de 200 km/h).

Ocorre que há um erro intencional inserido no instrumento do painel (além dos erros naturais de aspecto construtivo dos elementos envolvidos) e que, de certa forma, beneficiará o condutor uma vez que indicará a velocidade do seu automóvel acima da velocidade real desenvolvida.

E para concluir, se um condutor é flagrado a, por exemplo, 120 km/h por um instrumento de medição, certamente em seu painel havia a indicação de velocidade razoavelmente superior a esta.

Abraço.
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